quinta-feira, 29 de abril de 2010

segunda-feira, 26 de abril de 2010

#musicmonday 2 – Supergrass com Rebel in You.

grass A música da semana é de uma banda que infelizmente anunciou seu fim, precoce demais na minha opinião.

(e tiveram a consideração rara de enviar um e mail pra todo o mailing anunciando e explicando o fim, uma graça.)

Na verdade os caras vão lançar O último álbum, e fazer alguns derradeiros concertos, sem nenhum plano de sair da Inglaterra em tour ou algo assim.

E se esse último álbum seguir na linha do Diamond Hoo Ha Man, será um desfecho brilhante.

Infelizmente nunca estarei satisfeita de Supergrass. Apesar do show perfeito de Atibaia em 2006, a discografia sensacional, e todos os bons momentos que a banda me lembra, confesso que esperarei ansiosa pelos projetos solos.

28rebelinyou315x315 A little hard to get
But I got time for you
Yeah, it's hard to move on
So why don't you come back?

Well I'm an intelligent guy
But am I wasting my time?
I tried talking to you
And I'm starting to wonder, starting to wonder

Can't sate the rebel in you
Hands down, you're beautiful
You get the feeling that you cannot move now
Hands down you're beautiful
Some kind of fascination
Hands down you're beautiful, you're beautiful

You're in the land that time forgot
I wouldn't wait for you
Now it's happened again
So why won't you come back?

How many times have you been
Sailing out of you
Yeah, it's always the same
Now I'm starting to wonder, starting to wonder

Can't stop the rebel in you
Hands down, you're beautiful
You get the feeling that you cannot move now
Hands down you're beautiful
Some kind of fascination
Hands down you're beautiful, you're beautiful

 

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Por uma sexta-feira menos ordinária.

Acordou com a leve impressão de que seria melhor ter continuado dormindo. Levantou, já que não restava outra saída. Desejou que aquele dia fosse diferente, imaginou que poderia estar acordando para embarcar em uma longa viagem, ou curta mesmo… ao menos pra esperar a chegada na rodoviária daquele amigo que tanto sentia falta. Mas foi obrigada a se contentar imaginando como seria se tivesse um amigo.

Ao longo das 24 horas que se seguiram constatou que contrariar os instintos é uma atitude tão racional e humana, que decidiu tentar ao máximo se manter firme às vontades vindas não sabe-se de onde, se essas decidirem dar o ar da graça mais uma vez. Principalmente por que odiou os humanos nesse dia mais do que em qualquer outro. Odiou a senhora que colocou na média mais leite que café. O cobrador que foi indiferente ao seu “bom dia”. O pseudo-intectual do trabalho. A faceta piadista do chefe. A mulher extremamente perfumada no elevador e a diarista que esqueceu de lavar a janela engordurada da cozinha.

Era completamente sem fé. Sabia o signifcado literal da palavra, mas agradecia por nunca ter perdido tanto o norte e recorrido a ela. E nesses momentos em que precisava de algum tipo de conforto simplesmente se trancava no banheiro, ligava o chuveiro e chorava o pranto dos justos, desamparados e solitários. E mesmo que tivesse alguém em que depositasse total confiança a ponto de despejar os rancores de sua rotina, não o faria. Tem uma sensação de posse com seus demônios, assim como tem com sua coleção de discos. E que ninguém interfira.

Ao invés do banheiro de azulejos azuis e brancos, nessa noite especialmente, decidiu se dividir com o mundo. Decidiu parar no boteco mais sujo do bairro mais podre, e gastar com álcool o que restava do seu salário indecente. E o fez. Sem companhia. Sem falar além do que necessitava para repetir os infinitos pedidos por destilados e fermentados.

Pensou estar sentindo fé em algo, talvez na vida, quando acordou, sem saber como, no sofá da sala com Hendrix solando em uma altura que sua dor de cabeça repudiava. Sentiu vida correndo em suas veias junto ao resto de álcool. Renasceu. Depois dessa noite, que foi mais longa do que se lembrava, concluiu que era outro tipo de humano. De um tipo que definitivamente seguiria seus instintos.

E meio que se imaginando Alexander Supertramp, com quatro horas de atraso deu as caras na repartição, digitou seu pedido de demissão, não estava a fim de acordos nem negociações, só queria ir. E foi. Antes pro bar. Depois rumo ao motivo que o fez levantar cedo, mesmo com uma ressaca terrível. Uma viagem qualquer, mas longa o bastante pra ter tempo de se achar perdido por aí mais algumas vezes.

tumblr_kweyxtl0Iw1qz6f9yo1_500

segunda-feira, 19 de abril de 2010

#musicmonday 1 - Rolling Stones com She's a Rainbow.

Rolling Stones é mágico, místico, ácido, rock and roll demais, lindo, rebeldizinho e milhões de outros adjetivos, nenhum deixa de ser um elogio, pelo menos não quando EU falo de Stones.
Esse som é a faixa 6 do Their Satanic Majesties - 1967.
(E em 1967 qual outra banda ousaria batizar um ábum com esse nome aí? Pois é...)
Não que essa música tenha inspirado minha segunda, a verdade é que ela inspira todos os meus dias. Daquelas que da vontade de sair dançando, chorando, tocando piano e rindo. Tudo ao mesmo tempo. Daqueles que quando eu tiver uns 70 anos e ouvir de novo, vou continuar sentindo tudo isso e morrer de saudade dessa coisa que eu chamo de juventude, sabe?
E além do que, deu o nome a esse blog. Por essas e outras, estréio essa #idéia com essa música:


Versão de estúdio com essas imagenzinhas bregas:

E ao vivo na Argentina em 98:


She comes in colors everywhere;
She combs her hair
She's like a rainbow
Coming colors in the air
Oh, everywhere
She comes in colors

Have you seen her dressed in blue
See the sky in front of you
And her face is like a sail
Speck of white so fair and pale
Have you seen the lady fairer

She comes in colors everywhere;
She combs her hair
She's like a rainbow
Coming colors in the air
Oh, everywhere
She comes in colors

Have you seen her all in gold
Like a queen in days of old
She shoots colors all around
Like a sunset going down
Have you seen the lady fairer

She comes in colors everywhere;
She combs her hair
She's like a rainbow
Coming colors in the air
Oh, everywhere
She comes in colors

(E tudo isso pra Anita Pallenberg  - mais sobre ela, pesquisar pelo blog. Ai como era chato ser a groupie mais diva do mundo. Haha.)

#idéia.

 Pensei em uma nova versão de umas das hashtags modinhas de twitter que eu nunca usei: o tal do #musicmonday.
Tenho absoluta certeza que essa idéia nao é nada original, apesar de nunca ter visto em nenhum outro blog, até por que eu nao vejo muitos blogs alheios.
A questão é que sempre achei vazio uma pessoa colocar uma música que defina sua segunda feira, o primeiro dia da semana, o pior dia da semana, aquele responsável por uma semana de merda ou sensacional, em 140 caracteres. Talvez por isso eu nunca tenha usado esse hashtag. E talvez por que eu também nao costumo usar hashtags.
Resumindo: uma música perfeita e que eu ame por segunda feira. E como sempre, quando o assunto é música, eu nao to nem aí para o que você acha, mas tudo que eu acho bom é por que na verdade é msm, pelo menos pra mim. Então, dessa mesma forma, espero que você também nao esteja nem aí para os meus conceitos retrógrados, ultrapassados e conservadores sobre o rock and roll. 
Posso soar prepotente ou arrogante, mas quem me conhece pode afirmar o contrário. Ou nao.
Enjoy!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

I'm looking through you, where did you go?



“Pernas longas para grandes passos” pensava ela desde que tinha as menores pernas de sua casa, mas as maiores em comparação com as de outras crianças.
Não sabia bem o porquê, mas enquanto passava as tardes acomodada na grama embaixo de alguma arvore, achava que asas seriam melhores que pernas, ou rodas. Seus pais, apesar das longas pernas atribuídas pela boa genética, preferiam as rodas ao invés das pernas. E não sabia o porquê disso também.

Acontece que nem as asas seriam suficientes. Sua alma era maior que tudo isso.
Eu digo alma, por falta de uma palavra melhor. Mas ela não acreditava em coisas espirituais e intangíveis. Sabia que tinha algo maior, que se sobrepunha a toda a matéria, por que sentia isso. Sentia algo que possuía saindo pela janela da escola, naquelas insuportáveis manhãs que pareciam durar a vida toda. Quando sentia necessidade de se ausentar de alguma forma e seu corpo tivesse que continuar presente, isso se dava sem maiores complicações para ela. Mais fácil permanecer distante, sempre foi assim.
Nunca se deu muito bem com humanos. Nunca tentou fazer amizades. E desejava desde a puberdade não precisar se apaixonar, pra não ter que passar pelo transtorno de se aproximar de alguém, quanto mais estabelecer contato físico e emocional.

Só que a menina que nunca decidiu bem se gostaria ou não de crescer, claramente não conseguiu controlar muito bem essa parte de sua vida. E se apaixonou, não só uma vez ou duas. Se apaixonou por coisas, pessoas, músicas, lugares, sabores.
Sempre foi muito fácil encantá-la. Mantinha aquele tato curioso e inexperiente de um recém-nascido. Queria ter e ver tudo, sem que a impusessem algum limite, com as pernas longas e seus grandes passos.

E esse foi o grande problema. Os limites. O tempo todo as pessoas pareciam querer testá-la. Ela conseguia ler os pensamentos alheios “quero ver onde te levam esses seus sonhos”, tinha certeza que era isso que pensavam seus pais, seus professores e até os transeuntes dispersos pelas ruas. E uma alma tão enorme teve que aprender a ficar enclausurada dentro desse corpo tão minúsculo. Não podia sair mais nas manhãs da escola, nem quando ingressou na universidade. Muito menos em sua casa, onde todos tinham esquecido seus próprios prazeres e propósitos e expressavam a toda hora tanta loucura e insatisfação, que o melhor nesse caso era mesmo manter sua alma bem quietinha dentro do seu corpo.

Sabia que não tinha nenhum grande talento, nem uma beleza de encher os olhos. Mas tinha aquela coisa sobrando dentro dela, aquela vontade enorme de tudo, aquele brilho que só mais alguns com essa mesma “alma” possuíam.
E esperava que houvesse em algum momento uma explosão de matéria para que isso tomasse conta e contaminasse pelo menos os próximos, com quem o convívio já tinha se tornado uma agonia só. Esperava em silencio, não tinha nem o mínimo da facilidade em se comunicar.

Esperou por tanto tempo, que acordou em uma manhã fria de segunda feira. E se deu conta de que estava atrasada para o trabalho, de que não tinha desamarrotado no dia anterior sua camisa social branca e de que teria que pegar um ônibus ou taxi, pois seu carro passara o fim de semana sem funcionar. Naquele mesmo dia, em um dos poucos momentos de solidão e silencio do seu expediente, olhou-se no espelho do banheiro e se deu conta de que algo tinha sumido, e que não lembrava qual foi a ultima vez que o tinha visto. Sentou, tentando se lembrar do que poderia ser e veio a sua mente os dias em que a coisa que mais queria na vida eram asas e como tantas coisas serviram de obstáculo, que nunca conseguiu obtê-las. Quis chorar, gritar, voltar ao começo, fazer explodir aquele indefinido que a habitava... Mas se recompôs, lavou o rosto e voltou vagarosamente a sua mesa. Afinal tinha lido em algum lugar que “se você está perdendo sua alma e se dá conta disso, então você ainda tem muito a perder”. Infelizmente, era tarde demais para ela, e por força do hábito preferiu manter o silêncio.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Ele, em relação ao mundo.



Tentando ser diversas coisas e não obtendo muito sucesso - pelo menos aos olhos de quem convive meio que de perto - ele se resume, no fim das contas, a ser exatamente aquilo a que foi destinado. Pode parecer estranho à sociedade moderna, inclusive à ele, mas em casos como esse não ser nada além nem aquém do que você realmente é te transforma em algo grandioso e único.

Assim o defino talvez, em meio a muitos outros adjetivos: grandioso e único.

Sem grandes conquistas ou feitos, talvez ele tenha conseguido aquilo que realmente tem algum poder de transformação no ser humano, amar alguém com todo coração, talvez mais do que a si próprio e ser generoso a tal ponto de se deixar pra depois, pra quando for mais conveniente, se assim for necessário. E a meu ver, no mundo atual, essas são conquistas mais valiosas do que algumas outras que merecem estátuas ou placas de ouro e um nome gravado.

E ele conseguiu tudo isso agindo com uma cautela e paciência - que só podem ter vindo de outro mundo, onde seres evoluídos convivem em perfeita harmonia - e observando tudo acontecendo nessa velocidade ensandecida em que as coisas se dão . Claro que deixa passar uma coisa ou outra. Mas por permanecer em silencio enquanto todos os outros cantam, gritam, falam, demonstram, faz dele alguém único e espantoso. Eu me espanto pelo menos. Deve ter uma caixinha lá dentro, bem escondida, onde ele guarda todos os nãos, as palavras ríspidas, os comportamentos grosseiros e alguns gritos abafados, só pode ser isso. Ou talvez ele seja mesmo aquele ser de algum outro mundo.

Além de tudo, a primeira impressão talvez seja de que o mundo acontece muito rápido pra ele. Que é lento demais. Passivo demais. Alheio demais. Mas roubando aquela característica sagrada por um momento, e observando-o, da pra perceber que o cérebro não para de funcionar num ritmo frenético e realmente alheio nunca, não se da o direito de um merecido descanso ou férias. Os olhos, mãos, pernas, boca... Tudo junto, funcionando sempre. Dormindo ou acordado.
Então se entende que, na verdade, ele acontece muito rápido para o mundo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pal Joey.



Tenho um amor pelo TCM enorme, mas confesso que a tarde, infelizmente, é impraticável assisti-lo. A primeira razão é por que eu trabalho e tal, mas como nem sempre foi assim, vou me ater a segunda razão: os filmes perfeitos dublados porcamente acabam com o meu humor e/ou vontade de assistí-lo.
Mas um dia tive que ir contra essa premissa que eu mesmo impus e sigo religiosamente quando me deparei com esse elenco nos créditos iniciais: Frank Sinatra (ele nem precisava ser um cantor e compositor brilhante, muito menos ator, só de dizer frases como essa "Alcohol may be man's worst enemy, but the bible says love your enemy", ja me faz amá-lo incondicionalmente), Kim Novak (nem precisava ser uma atriz perfeita tbm. Motivo: vide fotos abaixo) e Rita Hayworth (idem Kim Novak).         
Eis o filme: Pal Joey.    





A história do filme não é comovente nem excepcional. Mas as atuações, diálogos e musicais são no mínimo, sendo bem singela, marcantes.
Os figurinos são dignos de deleite para qualquer um que se interesse por moda. Eu queria tudo que a Rita usa no filme. TUDO! Menos as peles, vá.
O Frank, aliás, se esbalda nesses musicais. Canta sozinho várias vezes, canta com a Novak, com a Rita e para ambas também.
Abaixo dois musicais:

Lady is a Tramp:

I Could Write a Book:


Para download do filme clique aqui. Ta sem legenda, mas garanto que os diálogos são demasiadamente fáceis de entender.
E a soundtrack imperdível, aqui.


E de verdade, da pra entender perfeitamente o Frank. Que cara nao ficaria na dúvida entre as duas divas? 

 Kim Novak e Rita Hayworth.



sexta-feira, 9 de abril de 2010

09/04/2004


"I have gone around observing your activities from the outside. Because of this I have also been able to see things to which you have been blind... Every morning you have gone to work, but you have never been fully awake. Of course, you have seen the sun and the moon, the stars in the sky, and everything that moves, but you haven't really seen it at all. It is different for the Joker, because he was put into this world with a flaw: He sees too clearly and too much."

(Trecho do Dia do Curinga - Jostein Gaarder. Uma das poucas coisas que eu pude mostrar a ele em primeira mão e que melhor o descreve.)


Há 6 anos eu conheci a pessoa que me fez descobrir e assumir o Curinga dentro de mim.
Hoje eu sei apreciar as melhores coisas que a vida pode proporcionar e ele é inteiramente culpado.
Pela cerveja, pelo rock and roll, acasos gastronômicos, risadas, danças, constatações únicas e por todo amor que possibilitou isso tudo.
Obrigada por ter me ajudado a criar esse mundo novo!
Com amor,
N.











ps-God bless that Nirvana Bleach's t-shirt. :)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A parte mais difícil da Lei Animal.

 Ao melhor amigo que a vida poderia me dar como agrado.

Eu que nao sei rezar, nem me apego a crenças e misticismos, peço a qualquer força de forma intimista que deixe você mais um pouco por aqui.
Eu que nunca me apeguei a realmente nada na verdade, me mantenho ao seu lado fielmente, mais fiel a mim do que a você. Você demonstra esse preparo, adquirido de forma inexplicável, pra passar por situações que só de imaginar me faz usar de qualquer artifício pra afastar todas essas possibilidades de mim. Já eu nao me imagino longe de você, longe de uma maneira inexorável, e nem tão perto pra me doar totalmente a sua causa.
Aprendi pela prática que só você pode ocupar de maneira definitiva esse posto na minha vida. Lamento saber que nunca mais será de forma completa, que as nuvens dispostas no céu em formas inusitadas perderam a graça, que o álcool nas noites frias nao nos diverte mais e que a nossa juventude está morta, sepultada e nao nos deu nem um beijo de adeus. Agora somos um amontoado de recordações incapazes de sair dessa situação insandecida e melancólica em que estamos. Mas sei o quanto lamentaria mais com a certeza clichê de não ter os seus olhos brilhando e seu abraço mais sincero com a minha chegada.
Mais do que ninguém, coloco todas as fichas em que, se a vida te fez um agrado, uma sequencia de tapas na cara virão logo em seguida. Por isso o otimismo passa bem longe, até mesmo dos meus devaneios. E me indago com o pessimismo que me cabe, que se você acompanhado de todo exército divino e de tudo que eu consigo ser está sem perspectiva e sem vontade de continuar, eu que estou sozinha já posso começar a me desesperar?

 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Kurt Cobain - Wondering how I'm gonna find a way... It's over.


Old Age.

One more day to complete my service
One more high to decay my nervous
Wondering how I'm gonna find a way
It's over

One more day to complete my service
One more time here to fade my servant
Wondering how I'm gonna find a way
Over

She seen through me and mine
And I know a later time
We could make it with you
We're the same
Old age 

One more day to complain, my servant
One more doubt here to find a servant
Wondering how I'm gonna find
It's over

Wondering how I'm here date my cover
One more doubt here to save my never
Wondering how I'm gonna find a way
It's over

She seemed true, me and mine
And I know a later time
We and we're you to you
Leave the soul
Old age 

Just you need and read you free
And knew
You read
You flew
 
One more day to complete my circuit
One more high here to find my nervous
Someday I'm gonna find a way
It's over

One more doubt here to claim my supper
I can have anything you wanted
Wondering how I'm gonna find a way
It's over

He seemed to read minds
And I know we're out of time
Breathe away here with you
Dream the same on the dew
Breathe the same on her
Breathe to moan on a man
Breathe and shame on you
He's late
Há 16 o último grande herói do rock and roll decidiu que bastava. Ou decidiram por ele.
Teorias de assassinato a parte, tentem ficar longe dos greatest hits e se apeguem aos bootlegs e rare tracks, como esse maravilhoso som postado acima.