quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Esperança.

Bukowski. Robert Plant.

Quinta-feira.

Esperança.

É do conhecimento de todos a forma que essa festa vai acabar. Só basta aceitar. Alguns usam deus, outros usam os humanos, eu uso o álcool e a arte.
Vai ser desagradável e vai doer, se não em você, nas pessoas que tem você como parte delas. Mas até lá por que não sorrir, ouvir uma boa música, mandar tudo a merda e VIVER?
Você tem mais 24 horas pela frente para simplesmente dar o melhor que você tem pro mundo. I DARE YOU.

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“Good days, new ways
Let go of all things when you sleep
When you're all asleep
Good night, sleep right
Tomorrow is gonna bring us another day
So we can run and play…”

domingo, 21 de agosto de 2011

O estranho momento…

“I'm scared of everything I am
I'm scared of opening the can
I'm scared of losing who I am
Think I might've taken all I can
I let the genie out of the box.”

 

Aquele estranho momento em que você olha um sequencia de fotos e derrama algumas lágrimas, por que se deu conta de que sempre foi puro coração e sinceridade.

Apesar da maldade do mundo. E da minha própria.

Apesar das mortes, das contas, da segunda-feira, dos acidentes e de todo esse vidro quebrado.

Fui puro coração, sinceramente.

 

O estranho, e necessário, momento em que você deixa as fotos de lado, ouve a música e acha a resposta. O que acontece quando tudo que você é chega ao fim, junto com tudo que acredita e se dedica e vive, intensamente…?

VOCÊ RENASCE.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

População mundial.

“Você acha realmente que nós humanos estamos sozinhos? Nesse universo infinito e desconhecido… e…?”

Estamos. Sozinhos. E é cômico. Sim, pois nesse momento mais 7 bilhões de pessoas dividem o Planeta Terra com você. 7 BILHÕES. Insuportável. Mais ou menos 106 bilhões de pessoas já viveram por aqui. Em 2026, provavelmente, será 1 bilhão de pessoas a mais. E você pode viver na Ásia, onde mais de 60% da população mundial vive. Ou aí na sua cidadezinha de merda mesmo. Você continua sozinho. Passe sua vida procurando. Não há outro ser que seja igual ou ao menos muito parecido, tipo a relação humano-macaco. Você está sozinho em 2011, estará no ano que vem e em 2026. Você é único e vai aguentar toda esse lixo e dor que o resto dos 7 bilhões de camaradas te proporcionam sozinho. Alma gêmea my ass. ALMA? Get over it.

Você não passa de um humano. Vivo agora. Morto logo mais. O resto é pura ilusão… e propaganda enganosa.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Live and let die.

Talvez tenha se tornado sagrado, como se ninguém pudesse tocar. Como se a gente não pudesse tocar. Modificar. Continuar.

Está lá em um cofre, todo o amor do mundo, e não temos a menor ideia  do que fazer com tanta coisa bonita. E sagrada. Melhor nem tocar. Cada vez que mexemos com isso parece que danifica e perde alguma coisa. E dói.

Eu penso que dentre as alternativas práticas, deixar pra lidar com isso na próxima vida, que temos certeza da inexistência, é incoerente. E lidar com isso agora é impossível.

Eu mudei. E você entende que há mudança constante em tudo. Enfrentamos e lidamos com agentes transformadores todo santo dia.

As vezes eu também detesto como as coisas estão dentro de mim e como eu as transpareço. Mas não me desculpo, por que sinceramente, eu nunca deixei de fazer o melhor que eu pude. E reafirmo que agora sou o melhor que eu posso ser.

Live and let die. Absurdamente complicado. Talvez por ser tão simples.

E eu me pergunto continuamente por quantos finais precisamos passar pra conseguir começar de novo. Por quantos?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Plastic people.

Gente que escreve naturalmente. Não bem ou esteticamente bonito, não estou colocando isso em questão.
Mas sim o NATURAL, sabe? O inevitável?
Aquilo que você questiona quando encontra uma pessoa pela primeira vez, e desenvolve uma conversa. Se há verdade.
Eu despertei de um sonho ruim mais cedo, sonhei que a pessoa mais real, a pessoa mais HUMANA que eu tive o prazer de conhecer na vida se suicidou, enforcado. E eu repetia, mais inconformada que triste “e agora, quantos anos precisarei pra viver de forma tão verdadeira de novo com um humano?”
Por que com bicho é fácil. Não há teatro, não há desculpas. Mas e com gente?
Quando foi que se instaurou esse código de falsos sorrisos, falsa moral, falsos intelectuais? Aliás, quem foi que disse que é necessário ser intelectual barato pra se gente?

Eu espero, e até rezaria por isso se conseguisse, que toda essa falsidade leve vocês, pessoas de plástico, à loucura incontrolável e súbita. E traga um pouco de realidade, sentimento. Um pouco daquela leveza de andar por aí sendo o que você sabe ser, sem adicionar nada.

Não há nenhuma forma de ser mais encantador do que ser verdadeiro, com você mesmo, principalmente. SEJA encantador, de carne e osso e coração e sangue quente correndo. Tem coisa mais assustadora que aquelas bonecas com olhos mortos e os corpinhos gelados de plástico, um monte delas, todas juntas? É assim que os HUMANOS se sentem perto de vocês, de plástico, aterrorizados.

Insisto, seja como quiser, quando quiser. MAS SEJA.